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Prevenção: a melhor arma contra o câncer do colo uterino.

   

Prevenção: a melhor arma contra o câncer do colo uterino.


     O colo do útero é a parte mais baixa e estreita do útero, órgão do aparelho reprodutor feminino, que liga o útero à vagina. O câncer de colo do útero, também chamado de câncer cervical, tem início no tecido que reveste esta região; e se desenvolve lentamente. Primeiramente, algumas células normais se transformam em células pré-cancerosas e, mais tarde, em cancerosas.

     Esse processo pode levar anos, embora em alguns raros casos seja acelerado. Tais alterações recebem o nome de neoplasia intraepitelial cervical (NIC). Em algumas mulheres, elas desaparecem sem necessidade de tratamento, mas podem exigir tratamento para que não se transformem em câncer.

     Há dois tipos principais de câncer de colo do útero: os carcinomas de células escamosas, que representam entre 80% e 90% dos casos, e os adenocarcinomas, de 10% a 20% do total.

     A incidência de câncer de colo de útero é muito alta nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento e mais baixo nos países desenvolvidos. A principal razão é a realização regular de exames preventivos (nos países desenvolvidos), sobretudo o Papanicolaou, que detecta a doença em seus estágios iniciais, aumentando assim as chances de sucesso do tratamento. Nos países pobres e em desenvolvimento, porém, a procura e o acesso ao exame ainda é problemático, o que explica a alta incidência da doença.

     No Brasil a incidência de câncer de colo de útero é alta e apenas este ano estima-se a ocorrência de cerca de 19 mil novos casos. 

     O câncer de colo de útero é o terceiro tumor maligno mais comum entre as mulheres brasileiras, superado apenas pelos de pele e mama.
 
     A maioria dos casos de câncer de colo de útero (mais de 95%) está ligada ao vírus HPV (Papilomavírus Humano), contraído, principalmente, na relação sexual. Existem mais de 30 tipos diferentes de HPV genital conhecidos. 

     Na mulher, este vírus provoca mudanças nas células do revestimento do colo do útero. Estas mudanças, caso não sejam tratadas, podem se transformar em câncer. 

     Na fase em que as células anormais ainda estão se formando, praticamente, não há sintomas. No entanto, a infecção pelo HPV pode causar coceira, irritação e verrugas genitais. Se o processo progredir, podem acontecer sangramentos, corrimento vaginal e dor nas relações sexuais. 

     O acompanhamento ginecológico periódico da mulher é fundamental na prevenção do câncer de colo de útero. O médico pode detectar sinais suspeitos já no exame clínico realizado no consultório e tratar o HPV antes que evolua para câncer. 

     O exame Papanicolaou analisa as células do colo do útero e aponta se há alterações compatíveis com a doença. 

     A colposcopia, exame que estuda a região do colo do útero, é outro procedimento que pode ser solicitado pelo seu médico. Caso seja constada alguma lesão no exame, a biópsia é feita imediatamente. 

     A prevenção do câncer de colo de útero está ligada aos cuidados para evitar o HPV genital. 

     Não existe forma totalmente segura de evitar o HPV, mas você diminui as chances de contágio com o uso de preservativo em todas as relações sexuais, manutenção de boa higiene pessoal e acompanhamento ginecológico anual a partir do início da vida sexual. Outra medida preventiva é a vacinação contra o HPV, indicada para mulheres entre 9 e 26 anos. 

     A imunização através da vacina não substitui a adoção das demais medidas preventivas. A vacina contra HPV protege apenas contra 70% dos tipos de vírus responsáveis pelo câncer de colo de útero.

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